CRASE – Veremos, pouco a pouco, e, logicamente, o básico, mas pensamos que possa ajudar. Assim, primeiramente, deve-se entender que a crase é a fusão da preposição “a” com artigo “a”: João voltou à (a preposição + a artigo) cidade natal. / Os documentos foram apresentados às (a prep. + as art.) autoridades.

Por conseguinte, não existe crase antes de palavra masculina: Vou a pé. / Andou a cavalo. Existe uma exceção, mas veremos nos próximos capítulos… (hehehe)

Regras práticas:

Primeira – Substitua a palavra antes da qual aparece o “a” ou “as” por um termo masculino. Se o “a” ou “as” se transformar em “ao” ou “aos”, existe crase; do contrário, não. Nos exemplos já citados: João voltou ao país natal. / Os documentos foram apresentados aos juízes. Outros exemplos: Atentas às modificações (Atentos aos processos) / Junto à parede (junto ao muro).

No caso de nome geográfico ou de lugar, substitua o a ou as por para. Se o certo for para a, use a crase: Foi à França (foi para a França). / Irão à Colômbia (irão para a Colômbia). / Voltou a Curitiba (voltou para Curitiba, sem crase). Pode-se igualmente usar a forma voltar de: se o de se transformar em da, há crase, inexistente se o de não se alterar: Retornou à Argentina (voltou da Argentina). / Foi a Roma (voltou de Roma). Obs.: essa é uma indicação clássica, mas é preciso entender uma questão: de onde vem este “a” preposição??? É a preposição que o verbo exige, se não visualizarmos isso, seguiremos a “dica”, mas não APRENDEREMOS a regra!!!

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